Em sua 13ª fase, Operação Occultare apura sonegação de ICMS na fabricação de produtos químicos
Operações comerciais analisadas totalizam R$ 40 milhões nos últimos cinco anos
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Com o objetivo de reprimir fraude fiscal no pagamento de ICMS, a Receita Estadual, subsecretaria vinculada à Secretaria da Fazenda (Sefaz), deflagrou nesta quarta-feira (22) a 13ª fase da Operação Occultare. O alvo é uma empresa que atua na fabricação de produtos químicos localizada na Região Metropolitana de Porto Alegre.
São apurados indícios de omissão de saídas, ou seja, vendas realizadas sem a emissão do documento fiscal ou emitidos com valores subfaturados – prática irregular que lesa os cofres públicos pela falta do recolhimento dos impostos devidos. Durante a fase de coleta dos dados analisados em etapa preliminar, foram averiguadas operações que totalizam cerca de R$ 40 milhões nos últimos cinco anos.
A ação é coordenada pelo Grupo Especializado Setorial (GES) de Polímeros, vinculado à Delegacia da Receita Estadual em Canoas (2ª DRE). A atuação ostensiva do fisco gaúcho, que conta com a participação de dez auditores-fiscais, dois analistas tributários e apoio da Brigada Militar, tem como propósito a busca a apreensão de provas e documentos.
Operações da Receita Estadual
A 13ª fase da Operação Occultare integra um conjunto de ações estratégicas da Receita Estadual, que vem ampliando sua atuação em diversos setores da economia com foco em promover a conformidade tributária dos contribuintes e o desenvolvimento econômico do Estado, de forma alinhada ao programa Receita 2030+.
Novas operações, neste e em outros setores, estão previstas para os próximos meses. Além de recuperar os valores devidos aos cofres públicos, o objetivo é combater as fraudes fiscais e proteger os contribuintes que cumprem corretamente suas obrigações tributárias, coibindo a concorrência desleal entre empresas e promovendo um ambiente de negócios mais justo e competitivo.
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